27 de julho de 2010

In-Dispensável

Deuses gregos há muitos, mas são pouquíssimos os que reúnem o mínimo indispensável.
Contrariamente ao que muitos pensam, eu não procuro um homem perfeito, até porque tal coisa não existe. Porque perfeito PERFEITO é só mesmo o homem que saiba: quando deixar-me sozinha e quando estar comigo; quando dar-me um beijo e quando dar-me umas palmadas (xD); quando falar e quando ficar calado; quando dar-me carinho e quando dar-me conversa; quando discutir e quando desistir; quando avançar e quando parar; quando insistir e quando desistir; quando fazer-me ciúmes e quando confiar; quando ser meigo e quando ser agressivo; quando brincar e quando ser sério; quando dar-me atenção e quando ignorar as minhas manias...e por aí adiante.
Isso sim é perfeição, mas já nem é algo que faça parte dos meus planos e exigências. Este é o único campo no qual peço ao Universo pura e simplesmente um meio termo – apenas alguém que não seja nem um bloco de gelo, nem um menino de mamã que esteja sempre colado a mim. Isso não é ser exigente ou exigir a perfeição. É o que é – querer garantir o mínimo indispensável! Porque ficar com um deus grego que é um bloco de gelo e não me liga nenhuma, ou então com um que até me sufoca de tanto carinho e atenção...Deus me livre! Simplesmente não faz parte dos meus planos.

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