16 de setembro de 2010

Cabeça ou Coração ?

Apetece-me pegar no telefone ligar-lhe (acho que não tenho nada a perder). Dizer-lhe que tenho saudades dele, que ninguém me fazia tão feliz, que os meus dias são secos, frios e áridos, sem oásis nem miragens, sempre que não estamos juntos. Pegar no telefone e ligar-lhe. Se ele não atender, deixo-lhe uma mensagem. Ou então escrevo-lhe uma mensagem (outra vez) a dizer que quero e preciso (mesmo) estar com ele mais uma vez. Não me posso é alongar nem elaborar, os homens nunca percebem o que queremos deixar cair nas entrelinhas. Tenho de ser clara, directa, incisiva.
Nunca se sabe como será o dia de amanhã, por isso não perder tempo é fatal: vou pegar no telefone e vou ligar-lhe. Mas não tenho a certeza se ele me vai ouvir, não tenho a certeza se ele me pode ajudar, não tenho a certeza se ele, à sua maneira - e é tão estranha a forma como os homens gostam de nós - ainda goste de mim. Mesmo que já não me ame, que ainda goste de mim, como eu tento aprender a gostar dele. Ele está longe, mas será que olha por mim por entre memórias, presentes e fotografias? Não sei se viverei para sempre nele, tal como ele vive em mim, na memória das minhas células, num passado que pode ser o meu escudo, mesmo que não seja o meu futuro.
Vou pegar no telefone e vou ligar-lhe. Falar com ele de coração aberto, dizer-lhe que o quero ver, chorar se for preciso, pedir-lhe que me diga se sim ou se não. Se for preciso, por mais que me custe, pedir-lhe para me escrever a palavra NÃO.
Vou pegar no telefone e ligar-lhe. Ligar as vezes que forem precisas até conseguir uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza não seja a que desejo ouvir...

Na realidade apetece-me isto e muito mais.
Mas, será que é certo o que quero (tanto) fazer?

15 de setembro de 2010

Merdaaaa!

Eu até já merecia um bocadinho de sorte, não?
Pois, parece (mesmo) que não!

14 de setembro de 2010

O que os Homens deveriam saber...

Sim, gostamos que nos ofereçam flores. É assim tão difícil de perceber?

Se gostaram mesmo de nós, por que é que não nos telefonam logo no dia seguinte? Se não telefonarem, pensamos que afinal não querem nada. Atenção: se nos telefonarem três dias depois, está TUDO estragado. Mas basta ligar uma vez, ou deixar mensagem. Nada de atacar com três ou quatro telefonemas. Logo no primeiro encontro, se houver interesse, é bom que marquem novo encontro. Se interessar, a resposta será qualquer coisa como: "quarta-feira saio mais cedo, podemos jantar." Se não quisermos, a resposta será: "Um dia destes. Depois falamos." E um ‘não' é um ‘não' mesmo, não é uma mulher que se está a fazer difícil. Se não atendermos o telemóvel três vezes seguidas, é porque não estamos interessadas. Excepções: a) Não pagámos a conta, b) Fomos raptadas por terroristas. 

As mulheres não são misteriosas nem querem dizer uma coisa diferente do que aquela que dizem. As mulheres dizem exactamente o que pensam, os homens é que não gostam de ouvir.

Odiamos homens a cheirar a cavalo e que não trocam de calças há três dias. Gostamos de homens que tenham pente e banheira em casa e lhes dêem uso. Cabelo comprido, tenham paciência, é para nós.

A cabeça continua a ser o orgão sexual mais apelativo para as mulheres. Quase nunca nos apaixonamos por homens bonitos: apaixonamo-nos por tipos inteligentes e misteriosos. Não podem é ser baixos nem sebentos.

Não somos naturalmente magras e 90% de nós tem celulite. Se isto vos faz impressão, apaixonem-se por uma vassoura.

90% das vezes em que eles acham que estamos a sofrer de síndroma pré-menstrual, não estamos. Estamos mesmo chateadas. 
Um homem tem de servir para alguma coisa: conversar, cantar-nos para adormecer, ler-nos Shakespeare em voz alta, levar o carro à revisão...

Ao contrário do que se pensa, nós somos muitíssimo fáceis de contentar. A sério. Basta que nos amem honestamente e não olhem para o lado enquanto conversam connosco.

Adoramos beijos no pescoço (beijos, não chupões) mas a maioria prefere dar-nos carolos na cabeça e chamar-nos ‘boneca'. Odiamos que nos chamem ‘boneca'. As mulheres gostam de ser tocadas com suavidade. Além disso, os pontos de prazer não estão onde eles pensam que estão. A penetração geralmente não adianta grande coisa se não souberem onde é que fica o clítoris. Esqueçam acrobacias no telhado. A maioria das mulheres não está de facto interessada no 69 e prefere fazer amor confortavelmente. Uma rapidinha não nos diz nada. Por que é que nunca ninguém fala numa lentinha? Outra coisa: nós levamos mesmo mais tempo a chegar lá.

Precisamos de espaço de vez em quando. Sozinhas. E não, não é porque deixámos de gostar deles e andamos a pensar trocá-los pelo Pereira da contabilidade.

As mulheres não podem esperar para ser mães enquanto eles se decidem se será mesmo aquela ou não a mulher da vida deles. Decidam-se ou saiam de cima. As mulheres não podem ter o primeiro filho aos 63 anos.

Não somos fixas, e isso é bom, e não é preciso passarem a vida a stressar porque ontem gostávamos de caril de frango e hoje já não. É a vida. Apanhem a onda e sigam.

Fingimos acreditar em metade das petas que eles contam. Mas vamos vingar-nos assim que pudermos e eles não vão ficar a saber.

Gostam de nós? Lutem por nós. As mulheres odeiam bananas e têm um enorme respeito pelos que arriscam levar tampas!!

11 de setembro de 2010

Teenage Dream

Há um ano foi assim...

Cara ANA RODRIGUES,
Concluída a 1ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, vimos informar que o resultado da tua candidatura foi o seguinte:

Resultado: Colocada
Estabelecimento: [3062] Escola Superior de Educação de Coimbra
Curso: [9054] Comunicação Social

Sinceramente, feliz não fiquei. Contente talvez seja a palavra correcta para descrever como na altura me senti... Foi um turbilhão de emoções juntas no mesmo dia e no mesmo momento. A família, os amigos, os colegas… A certeza que um dos objectivos estava cumprido.
Eu gosto do que faço. Gosto da minha Cidade, do meu curso, de tudo o que uma entrada na universidade envolve.. Gosto e gosto mesmo. Mas não chega. Falta-me algo e sei que não posso pedir demais. E hoje, hoje quando penso nas opções que fiz, questionou-me sobre elas. Talvez agora fossem diferentes. Talvez agora as opções não estivessem naquela ordem. Possivelmente o destino de todas as opções fosse igual e diferente do que, no final, acabou por ficar.
Se ao menos hoje ainda se pudesse corrigir…

9 de setembro de 2010

Um segredo para o sucesso deles...

O segredo, é o perfume!

O cheiro é importantissimo na hora da conquista. Um cheiro, seja ele de que espécie for, é capaz de atrair ou afastar uma pessoa, já que todos os odores provocam sentimentos. Um deus grego inteligente com um bom perfume torna-se automaticamente irresistível...da mesma forma que um homem completamente desinteressante com um pescoço bem perfumado obriga-nos a dar mais uns minutos e uma nova oportunidade para nos fazer mudar de ideias. E já que me perguntaram qual o perfume masculino que me tira do sério, eu deixo alguns exemplos daquilo que é quase meio caminho andado para a conquista:


♣ Black XS de Paco Rabanne
♣ Le Male de Jean Paul Gaultier
♣ The One de Dolce & Gabbana
♣ Envy for Men de Tom Ford para a Gucci
♣ Only the BR AV E da Diesel
♣ 212 Sexy Men da Carolina Herrera
♣ M7 de Tom Ford para a Yves Saint Laurent
♣ Armani Attitude de Giorgio Armani
♣ Boss Bottled de Hugo Boss

Qualquer mulher, mas principalmente aquelas mais difíceis, precisam quase de um milagre para ficar interessadas. Um bom perfume é (sempre!) mais de meio caminho andado para o sucesso.

P.S: Não estão por ordem de preferência. Eu tenho um favorito mas não divulgo. :P

8 de setembro de 2010

Quem não se lembra da «Menina do Mar» ?

A história fala de um rapaz que ia todos os dias, ao fim da tarde, brincar com uma Menina do Mar. Apaixonaram-se, e ele tentou fugir com ela dentro de um balde, mas os polvos apanharam-no e quase o sufocaram. Quando acordou, a Menina desapareceu e todos os dias ele ia à praia à procura dela, até que uma gaivota lhe levou uma poção que lhe permitia ir ao fundo do mar, à procura dela. Então, o rapaz mergulhou e atravessou os oceanos nas barbatanas de um golfinho, viajou sessenta dias e sessenta noites até chegar a uma ilha onde voltou a encontrar a Menina e os seus amigos, o polvo, o caranguejo e o peixe. E o rapaz ficou lá para sempre com ela e, segundo o Rei dos Mares, desde que ele chegou, a Menina nunca dançara tão bem…

Eu também sou esta Menina do Mar, também choro e danço mal quando tenho saudades de quem gosto, mas não há nenhum Rei dos Mares que me mande vir o meu rapaz, nem o rapaz que se apaixonou por mim larga o seu mundo para vir para a minha ilha. O meu rapaz tem um mundo só dele, e vou aprender, de uma vez por todas, a respeitar isso.
Ele trouxe à minha vida uma luz que me faz sentir uma pessoa diferente, como se emprestasse à minha existência uma dimensão totalmente nova, mas até que ponto isto é mesmo real, e não um sonho adolescente que vou alimentando à custa da minha sanidade mental, porque simplesmente não consigo reconhecer a ideia de viver sem ele??

7 de setembro de 2010

O que eles não mudam por amor

Queríamos, pois queríamos, mas podemos esperar sentadas: nunca vai acontecer. Mas seria assim tão difícil que eles mudassem...

A toalha no chão - Não apanha. É escusado. Podem estar quatro toalhas em ‘cúmulo' como nuvens de Primavera, que ele continua a alçar a perna e passar por cima na maior das descontracções.

O copo na mesa da sala - Altos ou baixos, administradores ou trolhas, atinadinhos ou destrambelhados, há uma coisa em são todos todos todos iguais: acham que tudo o que deixaram desarrumado se arruma sozinho. Aliás, arrumar pertence ao tipo de coisa que eles nem notam que precisa de ser feita. Afinal, daqui a nada já está tudo desarrumado outra vez...

O Clube - Quem nasceu Benfiquista morre Benfiquista, seja o que for que lhe aconteça entre nascer e morrer, e pode vir a Giselle Bundchen que o Benfica há-de sempre estar em primeiro lugar no seu coração.

A Mãezinha - Bem, o Benfica em segundo. Em primeiro, vem sempre a mãezinha.  Com os homens, não há meio termo: ou são orfãos (há os que não são verdadeiramente mas são tecnicamente orfãos, que costumam ser ainda piores que os que têm Mãezinha) ou a Mãezinha é que manda. A mãezinha pode dizer coisas do estilo ‘ó filhinho estás mesmo magrinho, é essa lambisgóia que não trata de ti' e a mãezinha é a única pessoa à face da Terra que poderá pronunciar as palavras "o Cardozo falhou lamentavelmente aquele penalti".

Carro - Para nós, um carro é um carro. Para os homens, um carro é um amigo. E nada se interpõe entre um homem e os seus amigos. E então se tiver mota, pior. Há-de acordar a meio da noite e vir contemplá-la da janela, há-de passar a tarde de sábado a polir as jantes com um paninho de camurça... Dão mais passeios com as motas e com os carros que connosco.

Playstation - Aproveitam o facto de estarmos a tomar banho para jogar Fifa ou PES 2010 às escondidas como os miúdos. Ainda diz ‘vai para a caminha, querida, vai que estás com ar cansado' só para ficar a dar tiros num jogo tipo Call of Dutty baseado na Guerra Golfo e é o homem mais feliz do mundo.

O Controlo da televisão - É dar-lhes um sofá e um écran, e estão no paraíso.

A Barriga - Com um bocado de sorte, passam a ir ao ginásio connosco, principalmente se lá andarmos, não tanto para perder a barriga mas para fiscalizar a concorrência..

A Ajuda - Pronto, é verdade: eles acham que ‘ajudar em casa' é levar o cão à rua e pôr o lixo lá fora. Mas com muita persistência, até se pode treiná-los para qualquer coisa. Claro que a iniciativa é sempre nossa, por eles dormiam nos mesmos lençois até ao Euro 2012, mas enfim...

Os Amigos - Há sempre um Zé, um João, um André que andou com ele no secundário. Aquele que que mora no mesmo bairro e depois há os adventícios: os da cerveja ao sábado, os do andebol ao Domingo, os do trabalho, dos copos, das farras, da peladinha de futebol ao fim do dia. Não interessa. São todos para a vida. E para a morte, evidentemente.

6 de setembro de 2010

s c a r e

Não tenho coragem suficiente para oferecer o meu outro lado a qualquer pessoa. Não por fraqueza, mas por defesa.


Quantas vezes dou por mim a pensar que tudo há-de resolver-se, que não tenho medo, quando na realidade estou apavorada e não faço a mínima ideia de como resolver tantas e tantas coisas.
A verdade é que tenho medo do amanhã. Tenho medo de acordar e ver que Ele já não está. Tenho ainda mais medo de acordar e ver que Ele deixou a nossa amizade. Tenho medo que Ele se afaste de vez..e que se perca!
Tenho medo das coisas passageiras, da mesma forma que receio que tudo o que perdura no tempo, acabe a qualquer momento.
Porque é que não podemos perder a noção de tempo e de espaço apenas por um dia, e depois continuar com a nossa vida como se nada fosse?

5 de setembro de 2010

Dias Cinzentos

Sempre te disse que odeio mensagens de bom dia e boa noite, mas na verdade odeio ainda mais não ter notícias tuas.
Detesto acordar sem saber nada de ti. Detesto passar o dia inteiro perguntando-me vezes sem conta como estará a correr o teu. Mas acima de tudo detesto quando não recebo a única mensagem que me interessa ler antes de ir dormir..a tua. Eu sei... Tu não gostas da idéia e até ficas horrorizado perante esta visão tão lamechas, mas no entanto não deixa de ser verdade que dormir sem saber nada de ti não é dormir.
Odeio passar dias sem ter notícias tuas. Porque os dias em que não sei nada de ti são sempre entediantes e menos brilhantes. São sempre dias sem fim...

♫ Nickelback - Someday

3 de setembro de 2010

Pedido de desculpa

Conheço-me perfeitamente e sei que há alturas em que tudo o que me vem à cabeça, é para disparatar. Às vezes acontece e se sou capaz de dizer tudo o que me aflige, tudo o que me faz confusão, tudo o que me incomoda..também sou capaz de reconhecer quando erro.
Eu sempre ouvi dizer que as palavras mais difíceis que dizemos na vida são: Amo-te, Ajuda-me e Desculpa. Mas há alturas em que pelo menos uma delas deve ser utilizada para que os outros sintam que o que por vezes é difícil de admitir é ainda mais difícil de dizer…

Resta-me o meu Confessionário…

Sofia Rodrigues, cidadã eleitora nº 1946, da unidade de recenseamento geográfica de Travanca de Lagos, vem por este meio pedir desculpa pelas palavras parvas proferidas à pessoa que ultimamente mais se tem cansado de a aturar.

Desculpa!

2 de setembro de 2010

Algumas manias das mulheres que os homens nunca entendem

Ir aos pares à casa de banho - É a mania feminina que mais transtorna os homens, porque têm um ego do tamanho do mundo e acham que assim que os vemos pelas costas desatamos a dizer mal deles, acham que não temos nada mais interessante que fazer na vida e no caminho para a sanita do que falar deles. Tristemente, na maioria das vezes vai-se aos pares à casa de banho em completo silêncio. É sempre bom ter alguém para nos segurar a mala e o casaco do lado de fora. Ou para nos orientar no caminho de volta. Ou porque, basicamente, em podendo é sempre mais divertido fazer o que quer que seja com companhia.

Ter malas grandes onde não encontramos nada - Uma coisa que nenhum homem percebe é a necessidade feminina de andar com a casa atrás enquanto eles só precisam do cartão de crédito e das chaves. Claro que depois quando lhes dói a cabeça faz-lhe jeito um comprimido, quando precisam de um lenço de papel pedem à mulher, quando têm fome é a mãe que traz o lanche, e quando querem assentar qualquer coisa gritam: "alguém tem uma caneta e um papel?' e esse alguém nunca é um homem. A moda até pode ditar malas do tamanho de uma salsicha, o problema é que numa salsicha só cabe o telemóvel, portanto continuamos a carregar o saco do Pai Natal e a passar dez minutos em frente à porta de casa à procura das chaves e a pensar por que é que ainda não se inventaram as malas com forro verde-fosforescente onde fosse mais fácil dar com o telemóvel e a carteira. Entretanto dizemos sempre: nunca encontro nada nesta mala, vou deitar a mala fora. Escusado será dizer que a culpa é sempre da mala.

Passar uma hora no banho - É verdade que agora toda a gente nos incita a poupar água, mas também é verdade que há poucas tristezas que um banho não cure. É no banho que pensamos na vida, que não pensamos na vida, que espalhamos uma máscara de pepino e ‘apagamos'. A população feminina está solidária com o Arquimedes, que, se estão lembradas, estava no banho quando gritou eureka, não estava ao computador. Não sabemos se estava também com uma máscara desincrustrante de pepino, mas não é difícil imaginá-lo com um patinho de borracha.

Ter Barbies no armário - E então? Qual é o mal? Há quem tenha esqueletos, nós temos bonecas. Ou caixas de música que já não tocam ou têm a bailarina partida. Ou aquele urso que o 'Luis' nos ofereceu quando tinhamos 12 anos e que diz: "Crazy for you." Isto não significa que ficámos encalhadas nos 12 anos, significa apenas que as mulheres não têm de renegar a sua infância para se tornarem adultas, como os homens.

Ir ao ginásio vestida de cor de rosa - As verdadeiras adeptas costumam ir maltrapilhas, com umas calças usadas e lavadas mais de quinhentas vezes e uns ténis de sola quase careca de que já nem se vê a cor, mas há uma nova geração de desportistas-chiques que levam o top a combinar com as calças e os ténis da cor do elástico e a garrafa de água da cor dos ténis, que são daqueles com molas transparentes no calcanhar. Enfim, se nos faz felizes e nos ajuda a não ficar em casa todas as noites a ver a telenovela, por que não? xD

1 de setembro de 2010

Verdadeiro ♥

«O amor é mesmo assim: absoluto, estúpido, aluado..tudo menos sensato.»

Quando o amor é verdadeiro, não há nada e sim, acreditem no que vos digo, não há mesmo nada que o impeça.

♥ Quando o amor é verdadeiro, quebram-se lutas, terminam-se guerras, vencem-se barreiras.
♥ Quando o amor é verdadeiro, não há quilómetros nem distâncias. Não há regras nem limites.
♥ Quando o amor é verdadeiro, não há discursos nem palavras. Há actos e sentimentos.
♥ Quando o amor é verdadeiro, não se explica. Vive-se.
♥ Quando o amor é verdadeiro, não há dias, noites, horas ou relógios. Há momentos.
♥ Quando o amor é verdadeiro, não se pensa no fim. Iniciam-se etapas.
Quando ele é mesmo VERDADEIRO, não há alegrias nem tristezas. Há vida!

O meu é verdadeiro.. e o teu?