Fartei-me de girar sempre à volta do mesmo assunto e de ficar como se estivesse pendurada num precipício sem saber se caía ou se alguém me puxava para cima.
Ontem dei início a mais uma fase. Começo realmente a detestar esta palavra, ou melhor, o significado que lhe está subjacente – mudança. Toda a mudança implica algum descontrolo inicial (ainda que ligeiro), todo o descontrolo obriga-nos a procurar um ponto de equilíbrio e todo este processo é, por sua vez, demorado. Assim que nos adaptamos...vem uma nova fase e começa tudo desde o princípio. Fases, fragmentos, pedaços, capítulos...o nome é irrelevante. O essencial é que a vida é feita disso. Divide-se em ciclos, em altos e baixos mais ou menos acentuados, mais ou menos prolongados, sendo que nós somos o resultado de todo este processo. E eu quero, de uma vez por todas, acabar com o ciclo que foi a minha vida durante todos estes meses. Não o quero apagar, não isso não. Nem conseguiria. É algo que tem raízes em mim. Está em todo o lado. Mas agora, agora está na altura de o pôr de parte e partir para uma nova era.
Um novo caminho..Um novo nome…
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