28 de agosto de 2010

7, das coisas parvas que fazemos por eles

1 - Deixar as amigas

E já nem falo dos amigos... Só porque ele têm uns ciúmes loucos, isso não quer dizer que lhe seja feita a vontade. Todos os homens acham que a gente fala mal deles nas costas deles (regra geral temos mais em que pensar) principalmente com as amigas. Que todo o tempo que estamos com elas é para lhes contarmos que ele se baba na almofada, arrota depois do hamburguer e é sexualmente mais incompetente que, sei lá, que um pepino.
Atenção - É um erro: até porque ninguém sabe o dia de amanhã e se arriscamos a vermo-nos um dia sem ele, é bem pior, sem elas.

2 - Deixar de usar minissaia

A frase que ele mais diz é: Vais sair nessa figura?. Todos os homens são potenciais chefes de harém: por eles, sairíamos à rua de burqa. Por eles, nem sairíamos à rua. Problema: se cedemos na primeira minissaia, vamos passar a ter de mudar de roupa sempre que o senhor achar que há um potencial chefe de harém rival à solta, que é o que eles acham que são todos os outros homens.

3 - Fingir

A partir do momento em que queremos agradar a alguém, damos por nós a fingir as coisas mais disparatadas, e não são só orgasmos. Começa com uns fingimentozinhos inocentes (achamos nós), aiii sim, querido, perco-me por açorda de bacalhau, e a tua mãezinha é tão simpática e acolhedora, e eu também adoro dias de sol para ir dar 30 voltas à serra ou ir mergulhar na piscina da terrinha, acho imensa graça a passar a tarde no teu bar favorito ou preencher o dia na playstation.
Quando damos por isso, temos um desvio de personalidade.

4 - Passar a comer 8 mil calorias por refeição

Depois de os conhecermos, a única vez em que voltamos a ver a cor verde na vida é quando o Benfica joga com o Sporting. Nos primeiros dias até podemos tentar convertê-los aos bróculos, depois tentamos comer bróculos enquanto eles se encharcam de esparguete à bolonhesa com tiramissu e ainda nos mandam bocas do estilo: - Só comes isso? Depois ficas sem defesas e apanhas gripe A e eu tenho de ficar uma semana sem te ver.
Em resumo, quando damos por isso, com todo o esparguete à bolonhesa à luz das velas e todo os jantarinhos românticos, já engordámos cinco quilos.

5 - Perdoar-lhe tudo

Se ele anda maldiposto é porque a chefe é uma bruta e não lhe reconhece a genialidade, se ninguém o ensinou a abrir a porta às senhoras é porque é um espírito livre e acredita na igualdade dos sexos, se não pára de falar é porque é uma pessoa super-interessante e com imenso assunto, se não ouve o que lhe dizem é porque, coitadinho, é um bocadinho aluado como todos os Escorpiões, e se é um egoista de primeira apanha e só pensa nele próprio é porque teve um trauma de infância qualquer.
Ou seja, corremos o risco de acordar um dia com o efeito do elixir de amor já expirado, e pensar de repente: - Mas que palhaço! Onde é que eu tinha a cabeça?

6 - Dar o nome da mãezinha dele à primeira filha

Assim que soube que era menina, ele bateu o pé? Tinha de ser Odete Emília, porque a mãezinha dele ia ficar tão contente?? E pior ainda é se a mãezinha dele já cá nem estiver para ficar contente. Pronto, que lhe queria chamar qualquer coisa mais, enfim, moderna, inda torcemos o nariz, mas não adianta nada, é Odete Emília ou ele sai de casa com a Odete Emília às cavalitas... Nunca! Não pode ser! Telefonamos à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, pedimos asilo político, fujimos de casa numa noite escura e tempestuosa, mas não vamos é deixar a criança arcar com um nome que não nasceu ara ela.

7 - Adiar as férias

Tiramos uns dias para depois do Verão ainda antes de o conhecer, mas ele agora protesta que ninguém vai de férias em Outubro, que não vai aguentar ficar sete dias sem si, que podiamos ir ao dois em Abril para um hotel de charme e fazer massagem tailandesa com óleos de orquídea silvestre... Nada disso. Sabemos lá se vamos cá estar em Abril. Sabemos lá se vamos estar com ele em Abril. Sabemos lá se não vai haver um golpe de estado de extraterrestres que vá rebentar com a Terra! Hehehe



Adaptado. (mais, em ACTIVA.pt)

;)

Adivinha quem voltou ?

23 de agosto de 2010

Closed


Encerrado temporariamente não para remodelações, não para obras nem para actualizar inventários.
O coração e a cabeça é que precisam de tempo.

18 de agosto de 2010

Obrigado :)


Oferecido por: Andreia Meireles, dona do cantinho
 http://uma-estrela-cadente.blogspot.com/ 

16 de agosto de 2010

Recomendação do dia: Bebam Limonada

Façam a limonada! No início vai parecer-vos azeda. Vai custar-vos bebê-la, mas aos poucos vão-se habituar ao seu sabor, chegando inclusivamente a pensar “espera lá...isto até não é tão mau como parecia no início...isto até tem o seu sabor único...até é refrescante e diferente...isto até é entusiasmante!”.
Nas últimas semanas aprendi que se acreditamos em nós – os outros acreditam em nós. Se sentimos que temos valor – os outros tratam-nos como pessoas com valor. Se agimos como pessoas competentes – os outros olham para nós como pessoas competentes. Se mostramos quem somos sem medos de cometer um erro – não só não cometemos um erro, como os outros dão-nos outra oportunidade para continuar a mostrar mais. Mas tudo parte de nós, por isso não adianta nada culpar o Universo.
Porque somos nós que definimos de que forma vamos ser tratados pelos outros. Somos nós que criamos as oportunidades. Por isso se o Universo vos der limões, não percam tempo e façam logo uma limonada!

Por falar nisto,
hoje lembrei-me daquela deliciosa limonada
que a avó da Felício nos preparou para o lanche. xD

14 de agosto de 2010

O tempo não volta atrás e o passado (parece) não querer o futuro.

Se há alturas em que não sei o que fazer, esta é sem dúvidas uma delas.
Não há respostas, a motivação está em alta mas o medo fala mais alto. Sim, o medo. Medo de arriscar e «me dar mal»; medo de bater (novamente) com a cabeça na parede; medo, muito medo mesmo de não saber no que pensas. Aliás, este é sem dúvida o meu pior pesadelo. Não saber o que queres nem o que pensas. Principalmente agora... Que tudo poderá estar (tão) perto de novo.
Estou de férias, a cabeça não dá para mais. Mas às vezes desabafar e confessar o que nos vai na alma é tão, mas tão aliviante... Ufaaa!